O que estamos a fazer
Projectos concretos no território — da escala da paisagem à escala da comunidade. Cada um contribui para a regeneração ecológica, social e económica do Alto Mira.
Masterplan da Bacia do Rio Mira
Uma visão de 200 anos para restaurar água, solo e comunidade
O Masterplan é o coração estratégico da Semina Futuri: um compromisso de longo prazo para revitalizar toda a Bacia do Mira, ligando ecologia, economia, cultura e comunidade.
Trabalhamos com agricultores, investigadores, autarquias, escolas e vizinhanças para criar soluções que devolvem resiliência ao território.
Inclui auditorias ecológicas, cartografia SIG, planeamento hidrológico, reflorestação, economia local e participação cidadã.
Eixos de actuação:
- Água e paisagens de retenção hídrica
- Saúde dos solos e biodiversidade
- Cartografia viva e observatórios territoriais
- Redes comunitárias e cultura local
- Novas economias regenerativas
Visão a 200 anos — continuidade, compromisso e esperança
Soluções regenerativas com impacto duradouro
Regeneração integrada de água, solo e comunidade
Educação ecológica para todas as idades
Ciência, cultura e comunidade em torno das abelhas
Apiário Pedagógico do Alto Mira
Aprender com as Abelhas, Regenerar o Território
O Apiário Pedagógico é um espaço vivo de aprendizagem, cuidado e reconexão com o território.
Aqui, crianças, jovens, agricultores e visitantes descobrem o funcionamento de uma colmeia, o papel essencial das abelhas nos ecossistemas e a importância de cuidar da biodiversidade.
O projecto integra duas dimensões complementares:
- Apiário permanente no Vale da Vinha, onde desenvolvemos actividades educativas, investigação e demonstrações práticas
- Apiário itinerante, que percorre escolas e comunidades, levando conhecimento, ecologia e cultura a quem vive e cuida do território
Mais do que ensinar apicultura, o Apiário revela uma visão: a regeneração começa sempre pela observação atenta da vida.
Saber mais sobre o ApiárioVale da Vinha — Unidade Experimental
Um laboratório vivo de regeneração
O Vale da Vinha é o nosso campo de prática — o lugar onde testamos, demonstramos e aperfeiçoamos soluções regenerativas em contexto real.
Aqui renaturalizamos linhas de água, construímos charcas, desenhamos acessos, restauramos solos, reflorestamos com espécies nativas, monitorizamos biodiversidade e criamos espaços de aprendizagem ao ar livre.
É um território-escola, um espaço experimental e demonstrativo, pensado para inspirar proprietários, escolas, agricultores e comunidades a iniciarem o seu próprio caminho regenerativo.
O Vale da Vinha mostra, na prática, que a regeneração é simultaneamente ciência, cuidado e relação com o território.
Práticas regenerativas aplicadas no terreno
Um modelo replicável para outras paisagens
Da tradição à inovação — novos usos para a lã portuguesa
Circularidade e valor acrescentado no território
Ciclo da Lã 2.0
De resíduo a recurso regenerativo
Durante décadas, a lã foi tratada como um desperdício sem valor económico.
A Semina Futuri está a inverter essa narrativa, redesenhando todo o ciclo da lã em Portugal para que volte a ser um recurso vivo, digno e valorizado.
Este projecto reúne pastores, artesãos, designers, cientistas, empresas e agentes culturais num esforço conjunto para transformar a lã em materiais inovadores, produtos sustentáveis e novas oportunidades para as economias locais.
Trabalhamos desde a origem — o maneio do rebanho e a tosquia — até às fases de experimentação, design, transformação e integração em cadeias de valor regenerativas.
Áreas em desenvolvimento:
- Materiais de construção ecológicos
- Design têxtil e inovação sustentável
- Programas de formação, arte e cultura
- Economia local e circularidade
O objectivo é simples e profundo: que a lã deixe de ser problema e passe a ser potencial, uma força regenerativa para territórios, pessoas e saberes tradicionais.
Tecnologia para a Comunidade
Digitalizar o que é local, fortalecer o que é humano
Em parceria com a Earthbenders, a Semina Futuri está a desenvolver uma ferramenta digital pensada para reforçar redes de cooperação, dinamizar economias locais e apoiar processos de planeamento regenerativo.
Esta tecnologia nasce no seio do Grupo de Trabalho Earthbenders (GTE) e funciona como extensão prática dos valores territoriais: aproxima pessoas, mapeia recursos, facilita trocas, promove voluntariado, organiza eventos e dá suporte a iniciativas comunitárias.
O objectivo é simples e fundamental: usar o digital para fortalecer o que é humano, devolvendo autonomia, clareza e capacidade de acção às comunidades — sempre com foco no território real.
É um sistema vivo, construído de baixo para cima, pensado para criar ligações, apoiar decisões e alimentar redes locais de confiança.
Uma ferramenta criada com e para a comunidade
Tecnologia ao serviço da autonomia local
Agroecologia prática para escolas e comunidade
Espaço de encontro, alimento e aprendizagem
Hortas do Castelinho
Um espaço comunitário para aprender, cultivar e fortalecer vínculos
As Hortas do Castelinho vão ser um ponto de encontro entre vizinhança, natureza e aprendizagem prática.
Aqui, crianças, famílias e agricultores partilham conhecimento, cultivam alimentos saudáveis e redescobrem a importância da relação directa com a terra.
É um projecto que devolve às pessoas o prazer de produzir o que comem, que reforça laços comunitários e que cria autonomia alimentar à pequena escala — um passo simples, mas essencial, para a resiliência do território.
As hortas funcionam também como sala de aula ao ar livre, onde práticas agroecológicas, compostagem, biodiversidade e cuidado da água são vividos no quotidiano, não apenas ensinados.
Queres participar num projecto?
Há sempre espaço para mais mãos e mais ideias. Contacta-nos para saber como podes contribuir.
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